Esporte

16/03/2016 02:00 - Atualizado em 05/12/2016 12:20

Pode acreditar: Pebolim vai além da brincadeira

Jogo é levado tão a sério que tem até campeonato mundial.

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Redação

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Na sua cidade ele pode ser conhecido como totó, talvez como fla-flu, ou quem sabe como pebolim. Independentemente do nome adotado em cada região, o jogo que imita o futebol já é, há algum tempo, passatempo tradicional nas rodas de amigos.

No entanto, o que para muitos é encarado como brincadeira é, para alguns, um esporte como outro qualquer, com direito a campeonato mundial e tudo. A próxima Copa do Mundo, por exemplo, acontece no ano que vem, em Hambrugo, na Alemanha.

No Brasil, os torneios são organizados pela Federação Brasileira de Pebolim (Febrape) e pela Associação Brasileira de Pebolim (ABP), que desde 2007 é afiliada da International Table Soccer Federation. Os campeonatos no país podem ser disputados nas categorias júnior (menores de 18 anos), adulto, sênior (maiores de 50 anos), duplas e feminino.

amigos jogam pebolim

Aprenda a jogar pebolim

Se você quer jogar pebolim apenas por prazer ou para se divertir com os amigos, sem o desejo de competir, as regras em cada estado podem variar um pouco. A fim de padronizar o passatempo, a Febrape criou um padrão que pode ser reconhecido nacionalmente. Veja como funciona a partida:

Começa o jogo

Para dar início à partida, os adversários devem decidir no par ou ímpar para ver quem sai com a bola e quem escolhe o lado da mesa para jogar. Feito isso, quando ambos os times estiverem prontos, a bola pode ser colocada manualmente no boneco central da barra de meio de campo. Pronto! Que comece a diversão.

É gol!

Assim como no futebol real, o principal objetivo é fazer gol. Todo bola que entra no buraco atrás do goleiro é considerado gol, mesmo que ela entre e depois saia do espaço delimitado. Todos os tentos contam um ponto, a não que seja combinado de forma diferente previamente. A cada bola que entra, repete-se o protocolo do início da partida: reposição ao centro da quadra.

Bola morta e bola fora

Existem duas situações que permitem a interferência externa dos jogadores, as chamadas "bola morta" e "bola fora". Quando a pelota estiver fora do alcance dos times ou quando ela sair da mesa, o protocolo de início da partida deve ser refeito. A reposição deve ser realizada ao time que estiver perdendo ou àquele em que a defesa estiver mais próxima da bola.

O que não pode no jogo

Salvo as duas exceções citadas acima, qualquer outra interferência externa é proibida. Na primeira violação, o aviso é verbal, sem punição. Na segunda, a posse de bola é entregue ao time adversário e, na terceira, a equipe é punida com a perda de um gol.

Além disso, girar a barra mais que uma volta completa, jogada conhecida como ventilador, além de bater, sacudir ou balançar a mesa e utilizar qualquer forma de distração ao oponente também são violações passíveis de punições.

Em partidas amadoras, a Febrape sugere que o jogo vá até dez gols. Quem chegar a essa marca primeiro é consagrado o vencedor. Para tornar a competição mais emocionante, você pode fazer uma melhor de três, o que oferece uma possibilidade de revanche ao adversário e um jogo final de desempate.

Agora, se você deseja jogar campeonatos profissionais, as regras são um pouco diferentes. Vale a pena pesquisar as normas da ITSF para não fazer feio. Boa sorte!

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