Sociedade Vegetariana Brasileira

ESPECIALIDADE

Vegetarianismo

ONDE ATENDE

Rua Anita Garibaldi, 29, cj 1102 - Sé - São Paulo

Sociedade Vegetariana Brasileira

Apresentação

A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) atua desde 2003 promovendo o vegetarianismo como uma opção alimentar ética, saudável e sustentável. A SVB realiza conscientização a respeito dos benefícios do vegetarianismo e trabalha para aumentar o acesso da população a produtos e serviços vegetarianos.

O que Trata

Medicina e nutrição vegetariana; Ética Animal; Impactos socioambientais da criação de animais para consumo.

Formação Acadêmica

Organização Sem Fins Lucrativos

Cargos e Títulos

Campanhas, convênios, eventos, pesquisa, educação e atuação política.

Dietas

27/10/2014 06:00 - Atualizado em 29/11/2016 04:05

Vegetarianismo: Estudos científicos apontam benefícios

Se você pensa em eliminar carnes vermelhas e brancas do cardápio, mas ainda tem dúvidas, entenda mais sobre o assunto.

POR

Sociedade Vegetariana Brasileira

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Tem dúvidas sobre o vegetarianismo? Para esclarecê-las, convidamos a Sociedade Vegetariana Brasileira para uma matéria especial sobre o tema. Uma ótima oportunidade para você saber mais sobre este tipo de alimentação e decidir se vai virar vegetariano ou não.

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Adotar uma alimentação vegetariana equilibrada é uma decisão saudável. Veja, abaixo, o posicionamento da ADA* (American Dietetic Association) de 2009, que reúne os principais estudos científicos sobre saúde e vegetarianismo. Segundo essa associação, a dieta vegetariana (comparada à dieta com consumo de carnes vermelhas e/ou brancas) está ligada a inúmeros benefícios para a saúde.

Dados da American Dietetic Association:

Redução de 31% em homens vegetarianos e 20% em mulheres vegetarianas das mortes por infarto, doença cardíaca isquêmica (Estudo realizado com 76 mil pessoas);

Redução de 14% do nível de colesterol no sangue em ovolactovegetarianos e de 35% em vegetarianos estritos;

Menor pressão arterial (redução de 5 mmHg a 10 mmHg) nos vegetarianos;

Redução de até 50% do risco de desenvolver diverticulite;

Redução de até 50% do risco de diabetes;

Estudos recentes demonstram que os diabéticos apresentam, com uma dieta estritamente vegetariana, maior redução de peso, menor uso de medicamentos e queda do “colesterol ruim” (LDL) do que com uma dieta planejada pela Associação Norte-Americana de Diabetes;

Redução marcante da incidência de câncer de próstata e intestino grosso. Não vegetarianos têm um risco 54% maior de desenvolver câncer de próstata e 88% maior de desenvolver câncer de intestino grosso - cólon e reto;

Independentemente de outros fatores, a carne está vinculada ao aumento do risco de câncer de intestino grosso;

Nas mulheres vegetarianas, metade do risco de apresentar pedras na vesícula (Estudo com 800 mulheres de 40 a 69 anos);

Redução da incidência de obesidade;

Redução dos sintomas de fibromialgia (com alimentação vegetariana estrita e predominância de alimentos crus);

Redução a até um terço do risco de desenvolver demência cerebral;

Auxílio no tratamento de doença renal (principalmente para quem não faz diálise e apresenta diurese) por oferecer menor teor de proteínas e melhorar os níveis de colesterol;

(Veja relatório completo da ADA no site www.svb.org)

 

Dieta vegetariana e fases da vida

A alimentação vegetariana pode ser adotada com segurança em todas as fases da vida, incluindo infância e gestação. Todos os nutrientes necessários ao organismo podem ser obtidos numa dieta vegetariana. A vitamina B12 é o único nutriente ausente na dieta vegetariana estrita, devendo ser suplementada. Todas as demais orientações preconizadas para aquisição de nutrientes específicos são as mesmas nas dietas vegetarianas e onívoras.

BEBÊS: Para se desenvolver bem, o recém-nascido precisa dos nutrientes fornecidos pelo leite materno ou, quando este não pode ser utilizado, por fórmulas especializadas. Em nenhuma hipótese o leite materno ou seu substituto industrializado deve ser trocado por leite de soja comum, leite de cereais ou de castanhas ou sucos de frutas. Esses alimentos só deverão ser utilizados em momento adequado, sob orientação do profissional que acompanha o bebê. Dos 6 meses aos 2 anos de idade, é importante a suplementação de ferro, para crianças vegetarianas ou não. Para bebês vegetarianos, deve-se suplementar também vitamina B12 (por via oral).

GESTANTES: É comum o uso de ácido fólico pelas mulheres que querem engravidar e no início da gestação. No entanto, a vitamina B12 é tão importante quanto o ácido fólico e também deve ser suplementada. Com ou sem consumo de carne, a gestação exaure o estoque de ferro da mulher e, em muitos casos, é importante fazer a suplementação de ferro.

LACTANTES: Deve haver ingestão adequada de cálcio e uma fonte segura de vitamina B12 na dieta ou em suplementos. Se a ingestão de cálcio não for suficiente, o esqueleto da mulher é requisitado para a manutenção do cálcio sanguíneo. A quantidade de vitamina B12 no leite depende do nível existente no sangue materno.

ATLETAS: Cada tipo de atividade física pode ter necessidades nutricionais diferentes. A orientação especializada é importante para atletas de alto desempenho. Mas não há motivo para preocupação excessiva com proteínas na alimentação vegetariana.

Atenção:

Pode-se falar em prevenção e auxílio no tratamento de determinadas doenças com a alimentação vegetariana. Porém a Sociedade Vegetariana Brasileira não corrobora a alegação de que o vegetarianismo cura doenças. Até o momento, não existe embasamento científico para tal afirmação.


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