Dietas

26/04/2015 01:24 - Atualizado em 26/11/2016 08:03

Comida crua é a base da alimentação viva

Repleto de alimentos naturais, o cardápio vivo preza pela qualidade da alimentação.

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Redação

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Uma filosofia que põe a natureza em primeiro lugar, mesmo nas refeições, direciona a alimentação viva. Os adeptos do cardápio vivo, que vai muito além de apenas um regime alimentar, objetivam a ingestão máxima de frutas e verduras, preparando a comida de forma saudável.

O cuidado está em conseguir equilibrar os alimentos essenciais e suprir a falta de vitaminas. Para isso, recomenda-se buscar um nutricionista.

Para seguir a dieta, não precisa começar radicalizando. Existem as pessoas em transição, que comem saladas cruas e bebem o suco verde, as que ingerem 70% dos alimentos crus e 30% cozidos. E, por fim, aquelas que se adaptaram à alimentação viva consumindo alimentos 100% crus. Nesse último caso, é possível aproveitar o máximo de nutrientes das refeições.

alimentacao viva

O que pode ou não comer?

Basicamente, a alimentação viva é feita com base na comida vegetariana ou vegana. Os alimentos são orgânicos e, de preferência, não devem ser cozidos, mas mantidos em seu estado natural. Adeptos desse modelo de alimentação acreditam que as temperaturas altas e o processamento acabam com os nutrientes e os fitoquímicos que fazem bem à saúde.

Um dos principais ganhos de quem segue o cardápio vivo é conseguir manter o corpo melhor regulado, devido às funções fisiológicas que são reestabelecidas e ao equilíbrio orgânico que se proporciona. Além disso, os sistemas imunológico e nervoso se mantêm em plena atividade.

A dieta é composta pelos alimentos em sua forma natural e quase sempre crus. É permitido também deixar que eles passem por um processo de fermentação e germinação, para que variem em gosto, textura, cor e aroma. Legumes, frutas, sementes, verduras, óleos essenciais e oleaginosas são a base das refeições, assim como tudo que não seja de origem animal.

Alguns adeptos seguem um padrão de 70% da alimentação crua e 30% cozida, incluindo peixes e ovos no cardápio. Da mesma forma, alguns veganos seguem essa proporção, mas sem incluir nada que seja originário dos animais.

No entanto, nada que seja industrializado ou refinado é consumido, inclusive pães, farinha, leite, massas, açúcar e carnes. Tudo deve ser integral e como vem da natureza.

Benefícios da alimentação viva

A alimentação viva proporciona os chamados supernutrientes, o que dificilmente se consegue em um regime tradicional. Ela inclui todas as sementes germinadas, os alimentos orgânicos e fermentados, bem como frutas e vegetais, protegendo contra diabetes, doenças cardiovasculares, hiperatividade, esclerose, déficit de atenção, depressão e câncer.

Além disso, regula o intestino e a bioquímica do corpo, fazendo com que as bactérias do sistema digestivo sejam alteradas, o que também fortalece o sistema imunológico. Desintoxicação do fígado, aumento da eliminação de toxinas corporais e hidratação natural do corpo são outros benefícios do regime alimentar vivo.

Quem busca a alimentação viva para perder peso pode encontrar uma ótima aliada. Apesar de o cardápio ser repleto de alimentos calóricos, como as oleaginosas, os azeites e os óleos essenciais, o corpo desintoxica e passa a ser regulado por meio de uma restrição calórica.

Naturalmente rica em nutrientes, a dieta faz com que o corpo fique satisfeito mais rapidamente e os adeptos acabam comendo menos.

Se não bastassem todos esses benefícios, o cardápio vivo ainda garante maior ingestão de clorofila, excelente para a circulação sanguínea, bem como enzimas que aumentam a energia e o equilíbrio ácido e ajudam a combater o envelhecimento precoce.

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